sábado, 18 de fevereiro de 2012

Pegue, mas não se apegue, em 11 mandamentos

O cara é um banquete completo. Você já sabe que, com ele, fazer cu doce nem pensar! É melhor aproveitar enquanto ele está na sua. Mas, facilitar demais, também, não rola, ele perderia o interesse fácil fácil.  A relação de vocês é nitroglicerina pura, até a voz do cara derrete sua coluna vertebral. Resistir a isso? Nem pensar! Viva o momento, e siga as dicas que as bem-resolvidas prepararam para você apreciar com moderação:
1 – Se está em dúvida do que fazer, não aja. Não ligue, não fale, não se mova [Samambaia Mode ON].
2 – Homem quando quer, vai atrás. Adote este pensamento como verdade irrefutável.
3 – As conjunções “mas” “se” devem ser banidas do vocabulário. Atenha-se aos atos dele, e não às palavras
4 – Faça com que ele invista em você, mesmo que seja exigindo que ele a busque em casa. Uma relação com este tipo de bofe só sobrevive se você impõe certa dificuldade (um agradecimento especial ao trânsito de São Paulo. Um beijo, querido!)
5 – Nunca faça sexo com ele no carro ou drive-in. Olha o investimento aí, gente!
6 – Sempre que encontrá-lo, esteja exuberantemente linda, cheirosa, depilada e com a roupa íntima apresentável. Com ele, você deve estar sempre (bem) preparada.
7 – Não espere, sob hipótese alguma, o famigerado telefonema do dia seguinte.
8 – Não seja você, sob hipótese alguma, a autora do famigerado telefonema do dia seguinte.
9 – Se você não consegue evitar os torpedos alcoólicos, não beba!
10 – Não aposte todas as suas fichas nele. Mantenha o banco de reservas em constante aquecimento.
11 – Dando ou não dando no primeiro encontro, lembre-se que, hoje em dia, as chances de um segundo encontro são absolutamente as mesmas. Então se joga, mona, sem falsos moralismos.
Touquinha no meninão and enjoy!

Da série Faça você mesma

Como migrar do estado de tranqüilidade moderada ao de ansiedade crônica?
É simples, mande um torpedo para o bofe. Se a resposta não vir em seguida, prepare-se para assaltar a geladeira mais próxima.

Pior que dengue

Descubra, numa rápida leitura – de eficiente diagnóstico! – se você é mais uma acometida pelo vírus do milênio: o cafajestys aegipt.

Você soube que ele é irresistível desde o momento em que seus olhos se cruzaram pela primeira vez. Teve certeza de que ele é encrenca, na certa, mas regrediu ao estágio de muléburra e resolveu adotar a adrenalina como principal ingrediente desta relação. Mais que isso: você adotou a alfafa como item básico de sua dieta. Muito prazer, você é mais uma contaminada pelo cafajestys aegipt. Se o bonzinho apaixonado e estável te causa náuseas; se, para você, é fundamental estar insegura para se manter interessada pelo bofe, muito prazer, você é mais uma contaminada pelo cafajestys aegipt. Se você odeia roda-gigante e pira numa montanha-russa; se você adora uma relação emocionalmente sado-masoquista, muito prazer, você é mais uma contaminada pelo cafajestys aegipt. Se você sempre ouviu que, quem brinca com fogo faz xixi na cama e, mesmo assim, acredita que lavou, tá nova, bem-vinda ao clube! Retire sua carteirinha na segunda porta, à direita



Quentinha

Tentar requentar um romance que não deu certo no passado não funciona. Primeiro, porque encanto quebrado sempre dá defeito. Segundo porque os homens sempre querem retomar a relação do ponto em que te comeram.

Bagunçou!

O problema é que, ultimamente, o pau das mulheres anda maior que o dos homens. Não há quem consiga desempenhar bem o seu papel nestas circunstâncias! As relações estão esquizofrênicas, mulheres pagam a conta e reclamam da falta de sexo.  Homens propõem  d.r.’s  e perguntam se estão gordos. 

Uma é pouco, duas é bom, três é o mínimo!

Como tem homem que não sabe fuder, meu pai, impressionante! De vez em quando a gente esbarra com um “Oh, my GOD!*” por aí, mas eu não ando tendo esta sorte. Não bastasse ter imposto a mim mesma uma abstinência sexual de meses – há exatos 98 dias eu não sei o que é molhar o biscoito -, minhas últimas tentativas de relações prazerosas sem fins reprodutivos foram um desastre! Como são mirins, coitados. Alguns ainda nem saíram do colegial. Definitivamente, vamos ter que começar a ensinar, porque senão é (meia) bomba no vestibular!

Tá cheio de pinto vira-lata nesse mundo, e eu to farta de exemplares desta espécie. O jeito foi manter a minha mata atlântica a uma distância segura desses parasitas. Entrei em greve, e o meu sindicato é rigoroso. Enquanto não me propuserem uma troca justa, paro as máquinas! Com exceção, é claro, dos dias em que eu estiver afim de trabalhar, mas tá difícil encontrar algum merecedor das minhas especialidades.

Estou começando a acreditar que tem homem que não gosta de buceta – ok, a palavra é chula, mas eu ia escrever o quê? vagininha, periquita, xoxota, julinha, chupa meu piu-piu? – ah, não temos mais tempo pra esses falsos moralismos! Então é buceta mesmo. Pois é, tem homem que não gosta. Você passa a reconhecer o que não gosta quando se depara com um que gosta. Não é preciso nem comparar, você vai perceber a diferença no ato.

Homem que gosta mesmo, gosta do cheiro, do gosto, da textura, usa e se lambuza, literalmente. Vai adorar passar hoooras lá embaixo fazendo você gemer, se contorcer, tremer nas bases. Tudo pra te deixar no ponto certo para o momento mais esperado, e o que é melhor, bastante satisfeita já. Homem preguiçoso não rola, vamos combinar! Se não dá, não ganha – ok, às vezes ganha, mas só porque eu gosto muito, faço por mim. Mas tem homem que só entende de preliminares na linguagem futebolística e que, com o advento do portão eletrônico, desaprendeu a tocar a campainha! Ganhar uma dedada do jeitinho certo, suave, prazerosa e indolor, então, só em anos bissextos.

Tem mulher que também não gosta de pau – pau é o masculino de buceta, portanto a palavra é pau - que é outra coisa que me choca. Não imagino minha vida de cantora sem um microfone! Cantar é um momento sublime!

Sexo é instinto, uma prática sem espaço para nojinhos de qualquer espécie (desde que tudo esteja em conformidade com as normas da vigilância sanitária, obviamente). É olfato, audição, paladar, visão e tato! Juro que não entendo quem o faz com restrições. Resumindo, tá cheio de gente que não sabe meter por aí, e eu falo com conhecimento de causa. Estão aí meus últimos casos que não me deixam mentir!

Num deles, fiquei toda ralada por pura vaidade do cidadão. Achando que comprar camisinha extra large deixa seu pinto médio maior, o infeliz, além de parecer um bate-estaca, me esfolou inteirinha com aquele excesso de borracha e, como desgraça pouca é bobagem, a merda do preservativo ainda estourou. Pelo menos não é em vão que eu tomo essas bombas hormonais diárias, pra alguma coisa elas tem que servir! Ô mensalidadezinha cara essa tal de Yaz (anuncie aqui). Merece ou não merece uma dentada no membro, o desgraçado? Ahhh se merece!

O outro tinha um dos beijos mais excitantes que eu já dei na vida, mas era pura propaganda enganosa. Me premiou com ZERO lambidas no carpete e duas brochadas consecutivas. Joguei pedra na cruz, ó senhor? Era só adentrar o meu recinto que a baqueta derretia como chocolate ao sol. Na primeira tentativa, ainda vá lá, mais fácil pensar que sou gostosa demais. Mas dose dupla é difícil de encarar. Fora que só um louco toparia arriscar uma terceira brochada, néam? Duas já são mais que suficientes! O jeito é levantar a calcinha arriada e agradecer por não ser seu o pinto molenga. Que situação! Fiquei com vergonha alheia e ainda fui ACUSADA de ser apertada demais! Eu podia jurar que isso era um elogio! (Para denunciar outros casos de paumolecência, clique aqui).

Ser homem tem lá suas desvantagens. Não ter autonomia sobre o tamanho do pinto certamente é a pior delas! Se eu fosse homem e meu apelido fosse “Pitchú”, eu me matava, juro! Já me vem à cabeça aquelas salsichas tipo aperitivo, relpimiplis. Na verdade, acho que os homens deveriam vir com uma etiqueta. PP, P, M, G e GG. Não tem nada mais frustrante do que experimentar um do tamanho errado, comprar bisnaga achando que é baguete. Neste caso, ou você se frusta (maior incidência em nipos) ou você se choca (maior incidência em afros), o quê, no final, é a mesma merda. Nada como o bom e velho pão francês, mata a fome na medida certa.

O terceiro casinho era o melhorzinho na performance, mas pecava pela preguiça. Duas era luxo, só em datas comemorativas como batizados e bar mitzvahs. O título desse post é pra ele, aliás. Cair de boca na amiga? Pior que visita de médico, uma breve vistoria e tome-lhe, tome-lhe. E por causa de uma simples entradinha sem touquinha, ainda ganhei uma bela de uma DST. Gardnerela vaginalis, conhece? É assintomática no homem e, na mulher, o cheiro é de espantar tarado! Tá vendo, no fundo, é sempre a mulher que se fode, mesmo que, às vezes, ela nem goze.
Vai uma pomadinha, aí?